Dr. Christiaan Barnard fez história em 1967 quando ele realizou o primeiro transplante de coração humano para humano. O procedimento envolveu a substituição do coração danificados do paciente com o coração saudável do doador, uma cirurgia chamada de transplante cardíaco ortotópico. Cirurgia de transplante de coração continuou a evoluir e em 1974, o Dr. Barnard realizou o primeiro transplante heterotópico cardíaca.
Definição
o Transplante cardíaco heterotópico, ou "piggy-back" do transplante, é uma operação em que um paciente recebe um doador de coração, mantendo a sua original. O novo coração assiste a um doente.
Finalidade
o O transplante heterotópico servido pacientes bem antes da descoberta dos medicamentos anti-rejeição. Se o corpo do paciente rejeitar o novo coração, o velho permaneceu como uma cópia de segurança até que os médicos encontraram um substituto. A descoberta e uso de drogas anti-rejeição diminuiu a importância da maior vantagem do procedimento. Desde o transplante ortotópico produziram resultados mais favoráveis, tornou-se a técnica de escolha.
Incidência
o Atualmente, poucos hospitais realizar transplantes cardíacos heterotópicos. Segundo um artigo disponibilizado pelo Instituto Nacional de Saúde, mais de 1.000 centros de cirurgia cardíaca realizar transplantes de coração em todo o mundo, mas apenas 50 têm experiência na realização de procedimentos cardíacos heterotópicos.
Atual usa
o Embora raro, o transplante cardíaco heterotópico continua a ser a melhor opção em algumas circunstâncias. Às vezes, o coração do doador só está disponível é significativamente menor do que a exigida pelo destinatário. Em tais casos, o coração do doador serve como uma bomba auxiliar. Pacientes com hipertensão pulmonar, uma condição na qual a pressão arterial é elevada nas artérias dos pulmões e do lado direito do coração, também podem se beneficiar.
Paciente vai viver com dois corações após receber transplante Heterotópico.
Cirurgia feita em São Paulo é pouco comum; procedimento foi indicado porque novo órgão não seria capaz de agüentar a pressão sanguínea dos pulmões.
Um homem de 53 anos recebeu na quarta (4) um novo coração no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. A diferença deste para outros transplantes é que ele agora viverá com dois corações lado a lado.
Em 30 anos, essa é a sexta vez que um paciente passa por esse tipo de cirurgia no hospital. O coração sadio foi colocado do lado direito do peito em uma cirurgia que durou cerca de 12 horas e vai auxiliar o coração original a exercer sua função de bombear sangue para os órgãos.
O procedimento, chamado transplante heterotópico, foi indicado porque o homem sofria há nove anos de insuficiência cardíaca e a doença havia evoluído a ponto de causar hipertensão pulmonar. O novo órgão se comunica com o coração doente pela veia cava e as artérias aorta e pulmonar.
Dessa forma, ele funciona como uma bomba hemodinâmica auxiliar do processo de circulação. "Se apenas substituíssemos o órgão, o coração novo não aguentaria a pressão sanguínea dos pulmões", explica o cirurgião cardíaco Ronaldo Honorato, um dos médicos responsáveis pelo transplante.
Dr. Ronaldo Honorato - que participou de quatro dos seis transplantes cardíacos heterotópicos realizados no Incor - afirma que o paciente deve passar o resto da vida com os dois corações. "Existem casos em que o coração ‘velho’ melhora e em raras vezes chega a ficar bom, mas, como é um homem de 53 anos, o mais provável é que fique com os dois corações", afirma.

incrível!
ResponderExcluirQuatro cirurgias? Esse Doutor é fantástico.
ResponderExcluirVirei um grande admirador deste médico, sem dúvidas.
Quando eu me formar e tornar um grande médico, farei questão de conhece-lo.