Dê meus olhos ao homem que nunca viu o sol nascer, nem o rosto de uma criança ou o amor nos olhos de uma mulher... Dê meu coração a uma pessoa cujo coração nada lhe deu, a não ser dias de desespero, angústia e dor... Dê meus rins a alguém que depende de uma máquina para continuar sua existência aqui nesta terra... Tome meus ossos, cada músculo, cada fibra e nervo do meu corpo e encontre um jeito de fazer andar uma criança que nunca andou...
domingo, 23 de março de 2014
CONFRATERNIZAÇÃO FAMILIAR NOITE DA PIZZA. A.'.R.'.L.'.S.'. GENESIS FRATERNA
No dia 22 de Março de 2014 reuniram-se os membros e familiares na residencia do Ir.'. Antonio Marcos Fernandes onde participaram da noite da pizza, num ambiente totalmente familiar e de descontração. Houve entrega de uma pequena e singela homenagem ao Casal Fernandes e Ioleide quebrando assim mais um paradigma, paradigma este que não existia entre todos ali presentes, mas, não esperavam a surpresa.
MESTRE DE CERIMÔNIAS
A
Jóia do Mestre de Cerimônias é a Régua Graduada. A Régua é considerada como
símbolo do método, da retidão, da Lei. Também pode ser considerada símbolo do
Infinito, pois uma linha reta não tem começo, nem fim. Representa ainda o
“aperfeiçoamento moral”.
A
Régua, que tem como uso principal o traçado de linhas retas, tem origem
bastante antiga. Consta que era usada para medir as enchentes do Rio Nilo. É
ainda utilizada, quando chamada “Régua de 24 polegadas” como instrumento para
marcar o Tempo, que não deve ser desperdiçado na ociosidade, mas aplicado nos
trabalhos para melhoria da Humanidade.
Deve
o Mestre de Cerimônias ter pleno conhecimento dos Sinais, Toques e Palavras de
todos os Graus. Deve também ter o mais completo domínio do cerimonial Maçônico,
nas sessões Ordinárias e principalmente, nas sessões Magnas. O Mestre de
Cerimônias, embora não seja uma das Dignidades da Loja, tem grande
responsabilidade no andamento dos trabalhos, e por isto, para exercer este
cargo, deve-se escolher criteriosamente um Irmão experiente.
Seu
lugar em Loja é no Ocidente, junto à balaustrada que separa o Ocidente do
Oriente, no pé da escada de acesso a este, à frente do Ir\ Tesoureiro. O
Mestre de Cerimônias é o diretor do cerimonial.
O mestre de cerimônias distribui
cargos e respectivos colares na sala dos passos perdidos ou no átrio, entra no
templo e verifica se o mestre arquiteto e auxiliares o ornamentaram
corretamente.
Determina que todos os presentes saiam do templo para a formação do cortejo de entrada.
Fora do templo, no átrio ou na sala dos passos perdidos o mestre de cerimônias determina que todos ocupem seus lugares em duas fila paralelas: estando ao seu lado direito, correspondendo a coluna do norte, os aprendizes maçons, mestres maçons sem cargo, mestres maçons com cargo naquela coluna e primeiro vigilante; ao lado esquerdo do mestre de cerimônias correspondendo a coluna do sul, estarão formados os companheiros maçons, mestres maçons sem cargo, os mestres maçons com cargo na coluna, mestres instalados, segundo vigilante e no topo destas duas filas o venerável mestre. Após este, se presentes, estarão formados autoridades da grande loja, convidados ilustres e autoridades maçônicas diversas.
O mestre de cerimônias bate com seu bastão no piso exigindo atenção e silêncio. Informa a todos os presentes da importância do momento e após breve momento de silêncio comunica ao venerável mestre que o templo está devidamente ornamentado e que se for da vontade daquele os trabalhos podem ser iniciados.
O venerável mestre determina que o mestre de cerimônias dê prosseguimento a entrada do cortejo ao templo.
O mestre de cerimônias determina que o guarda do templo e o mestre de harmonia adentrem ao templo e tomem seus lugares. O mestre de harmonia e guarda do templo entram no templo e fecham a porta atrás de si; a partir deste momento ninguém pode abri-la ou fecha-la, a não ser o guarda do templo.
O mestre de harmonia coloca uma música correspondente ao evento.
O mestre de cerimônias dá uma simples batida na porta do templo, que é correspondida pelo guarda do templo pelo lado interno, o qual abre a porta para franquear a entrada do cortejo.
O mestre de cerimônias toma seu lugar ao lado norte da porta do templo, enquanto o guarda do templo permanece ao lado sul com sua espada empunhada e cruzada sobre o peito.
O mestre de cerimônias chama pela entrada dos obreiros que segue a seguinte ordem: aprendizes, companheiros, mestres sem cargo, mestres com cargo no ocidente, seguidos pelos mestres com cargo do oriente, mestres instalados, segundo vigilante, primeiro vigilante e por último, com todos os obreiros de pé, é anunciada pomposamente a entrada do venerável mestre. O mestre de harmonia troca a música por outra mais pomposa e o mestre de cerimônias acompanha o venerável mestre até o trono, onde o cumprimenta com leve meneio de cabeça.
Se existir presente em alguma coluna do ocidente da loja algum visitante mestre instalado, ilustre visitante de outra potência, convidados de honra e especiais, o venerável mestre pode solicitar que o mesmo tome lugar no oriente. É neste momento que o venerável mestre, a seu critério, pode determinar também que o mestre de cerimônias solicite a mudança de lugar de alguns obreiros para equilibrar as colunas do ocidente.
Caso exista a presença de autoridades da grande loja, o mestre de cerimônias volta até perto da porta de templo, se posta ao lado norte e com a porta do templo aberta anuncia a presença da autoridade citando pomposamente seu nome e cargo. O venerável mestre desce do trono até o topo da escadaria que dá acesso ao oriente e aguarda a chegada do oficial. O mestre de cerimônias acompanha o ilustre visitante até o oriente. O venerável mestre oferece o primeiro malhete ao visitante. Se o visitante for o delegado ou outro subordinado do grão mestre, este pode, por uma questão de gentileza, ou conforme cada situação o exigir, devolver o malhete, ao venerável mestre, encaminhando-se ambos ao trono, ficando o visitante sentado ao lado de venerável mestre ao lado que corresponde ao norte e o ex-venerável mestre ao lado que corresponde ao lado sul.
Se o visitante for o grão mestre, este é recebido pelo venerável mestre entre colunas e não devolve o primeiro malhete em nenhuma hipótese, e sempre dirige os trabalhos em sessões onde está presente. O grão mestre e o venerável mestre dirigem-se ao trono ficando o venerável mestre de ofício sentado ao lado que corresponde a norte e outra autoridade, ou o ex-venerável mestre sentado ao lado que corresponde ao lado sul da loja.
O mestre de cerimônias toma seu lugar e anuncia que todos os obreiros e oficinas já tomaram seus respectivos lugares podendo ser dado início aos trabalhos.
Determina que todos os presentes saiam do templo para a formação do cortejo de entrada.
Fora do templo, no átrio ou na sala dos passos perdidos o mestre de cerimônias determina que todos ocupem seus lugares em duas fila paralelas: estando ao seu lado direito, correspondendo a coluna do norte, os aprendizes maçons, mestres maçons sem cargo, mestres maçons com cargo naquela coluna e primeiro vigilante; ao lado esquerdo do mestre de cerimônias correspondendo a coluna do sul, estarão formados os companheiros maçons, mestres maçons sem cargo, os mestres maçons com cargo na coluna, mestres instalados, segundo vigilante e no topo destas duas filas o venerável mestre. Após este, se presentes, estarão formados autoridades da grande loja, convidados ilustres e autoridades maçônicas diversas.
O mestre de cerimônias bate com seu bastão no piso exigindo atenção e silêncio. Informa a todos os presentes da importância do momento e após breve momento de silêncio comunica ao venerável mestre que o templo está devidamente ornamentado e que se for da vontade daquele os trabalhos podem ser iniciados.
O venerável mestre determina que o mestre de cerimônias dê prosseguimento a entrada do cortejo ao templo.
O mestre de cerimônias determina que o guarda do templo e o mestre de harmonia adentrem ao templo e tomem seus lugares. O mestre de harmonia e guarda do templo entram no templo e fecham a porta atrás de si; a partir deste momento ninguém pode abri-la ou fecha-la, a não ser o guarda do templo.
O mestre de harmonia coloca uma música correspondente ao evento.
O mestre de cerimônias dá uma simples batida na porta do templo, que é correspondida pelo guarda do templo pelo lado interno, o qual abre a porta para franquear a entrada do cortejo.
O mestre de cerimônias toma seu lugar ao lado norte da porta do templo, enquanto o guarda do templo permanece ao lado sul com sua espada empunhada e cruzada sobre o peito.
O mestre de cerimônias chama pela entrada dos obreiros que segue a seguinte ordem: aprendizes, companheiros, mestres sem cargo, mestres com cargo no ocidente, seguidos pelos mestres com cargo do oriente, mestres instalados, segundo vigilante, primeiro vigilante e por último, com todos os obreiros de pé, é anunciada pomposamente a entrada do venerável mestre. O mestre de harmonia troca a música por outra mais pomposa e o mestre de cerimônias acompanha o venerável mestre até o trono, onde o cumprimenta com leve meneio de cabeça.
Se existir presente em alguma coluna do ocidente da loja algum visitante mestre instalado, ilustre visitante de outra potência, convidados de honra e especiais, o venerável mestre pode solicitar que o mesmo tome lugar no oriente. É neste momento que o venerável mestre, a seu critério, pode determinar também que o mestre de cerimônias solicite a mudança de lugar de alguns obreiros para equilibrar as colunas do ocidente.
Caso exista a presença de autoridades da grande loja, o mestre de cerimônias volta até perto da porta de templo, se posta ao lado norte e com a porta do templo aberta anuncia a presença da autoridade citando pomposamente seu nome e cargo. O venerável mestre desce do trono até o topo da escadaria que dá acesso ao oriente e aguarda a chegada do oficial. O mestre de cerimônias acompanha o ilustre visitante até o oriente. O venerável mestre oferece o primeiro malhete ao visitante. Se o visitante for o delegado ou outro subordinado do grão mestre, este pode, por uma questão de gentileza, ou conforme cada situação o exigir, devolver o malhete, ao venerável mestre, encaminhando-se ambos ao trono, ficando o visitante sentado ao lado de venerável mestre ao lado que corresponde ao norte e o ex-venerável mestre ao lado que corresponde ao lado sul.
Se o visitante for o grão mestre, este é recebido pelo venerável mestre entre colunas e não devolve o primeiro malhete em nenhuma hipótese, e sempre dirige os trabalhos em sessões onde está presente. O grão mestre e o venerável mestre dirigem-se ao trono ficando o venerável mestre de ofício sentado ao lado que corresponde a norte e outra autoridade, ou o ex-venerável mestre sentado ao lado que corresponde ao lado sul da loja.
O mestre de cerimônias toma seu lugar e anuncia que todos os obreiros e oficinas já tomaram seus respectivos lugares podendo ser dado início aos trabalhos.
quarta-feira, 19 de março de 2014
SESSÃO MAGNA DE POMPAS FÚNEBRES
Hoje 19/03/2014 as 20h deu-se a Sessão Magna de Pompas Fúnebres na A.'.R.'.L.'.S.'. Bavarian Illuminati nº 4208 em homenagem ao Ir.'. JOÃO BATISTA DA SILVA o qual partiu para o Oriente Eterno no dia 14/02/2014.
A Sessão transcorreu justa e perfeita com a presença de amigos e parentes do valoroso Ir.'. que descansa eternamente.
terça-feira, 18 de março de 2014
O QUE É AYAHUASCA ?
Ayahuasca, nome
quíchua de origem inca, refere-se a uma bebida sacramental produzida a partir
da decocção de duas plantas nativas da floresta amazônica: o cipó
Banisteriopsis caapi (mariri ou jagube), que serve como IMAO e folhas do
arbusto Psychotria viridis (chacrona ou rainha) que contém o princípio ativo
dimetiltriptamina.
É também conhecida por yagé, caapi, nixi honi xuma, hoasca, vegetal, daime,
kahi, natema, pindé, dápa, mihi, vinho da alma, professor dos professores,
pequena morte, entre outros. O nome mais conhecido, ayahuasca, significa
"liana (cipó) dos espíritos".
Utilizada pelos incas e também por pelo menos setenta e duas tribos indígenas
diferentes da Amazônia. É utilizada em paises como Peru, Equador, Colômbia,
Bolívia e Brasil.
Seu uso se expandiu pela América do Sul e outras partes do mundo com o
crescimento de movimentos religiosos organizados, sendo os mais significativos
o Santo Daime, a União do Vegetal, a Barquinha, além de dissidências destas
e grupos (núcleos ou igrejas) independentes que o consagram em seus rituais.
Origens:
A utilização de substâncias naturais que potencializam a percepção é uma
prática milenar presente em várias culturas. Historicamente sabe-se que o uso
de plantas de poder sempre teve a finalidade de alterar a maneira cotidiana de
entender as coisas, estabelecendo uma ponte entre os homens e as suas
divindades.
Diversos registros confirmam isto. Estudos indicam que os Essênios já
utilizavam plantas de poder em rituais de iniciação. Os índios mexicanos e
norte-americanos utilizam o cacto Peiote. Há amplos registros de uso de
cogumelos pelos povos da América Central. Os registros mais antigos indicam que
os Vedas, a 3.100 a.c. já praticavam rituais onde comungavam uma bebida
conhecida como “Soma”. Na América do Sul temos o uso da Ayahuasca, proveniente
dos Incas.
No Brasil a Ayahuasca vem sendo utilizada há milênios pelos povos indígenas da
região amazônica e recentemente pela União do Vegetal e pelo Santo Daime. A
proposta básica destes e de diversos outros grupos é atingir o autoconhecimento
através de experiências de tipo místico-espiritual, onde por meio de visões e
estados de expansão da consciência chega-se a um estado de integração total com
o cosmos, com a natureza e com o Criador.
O QUE É AYAHUASCA ?
Veja o que acontece quando um grupo de homens livres e de bons costumes decidem avaliar sua espiritualidade todos juntos de uma só vez num único local. Um processo de regressão e transporte espiritual através da Ayuaska ou Santo Daime.
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